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Nossa história começa com o príncipe Eric
navegando com seu navio. Nele estavam além de Eric, toda a tripulação e mais seu amigo Grisbi. A tripulação cantava para alegrar
o rei dos mares. E Eric quis saber se realmente existiam seres marinhos que fossem metade humanos e metade peixes. Seu amigo
Grisbi disse que era tudo invensão dos marinheiros. Mas Eric ficou com aquilo martelando na cabeça. Existia ou não existia?
Um dos peixes que havia sido pescado, depois da calorosa discussão se havia ou não esses seres marinhos, acabou caindo de
volta no mar. Feliz da vida que não virou jantar de alguém, o peixinho pode voltar pra casa e assistir o coral real. As filhas
do rei Tritão iriam cantar naquela noita e o regente seria o maestro Sebastião, um siri. Estavam todos no castelo real
para assistir o grande espetáculo. Inclusive o rei. Todas as suas filhas começam a cantar e quando chega a vez de Ariel...
ela não estava lá! Onde estaria Ariel? O pai dela ficou furioso. Vocês sabem onde estava Ariel? Ela estava fazendo o que seu
pai sempre pediu para que ela não fizesse: Bisbilhotar as coisas dos humanos. Ela estava com o seu amiguinho Linguado querendo
entrar num navio naufragado na imensidão azul onde moravam. Mas Linguado era muito medroso e achava que um tubarão podia estar
lá dentro. Depois achou que o tubarão podia pegá-lo lá fora enquanto Ariel procurava as coisas humanas. Resolveu entar com
ela. Dentro do navio ela encontrou um garfo. Mas como nunca tinha visto aquilo antes, não sabia o que era. Depois achou um
cachimbo e também não sabia o que era. Resolveu que iria até a superfície perguntar a Sabidão, que era uma gaivota, o que
eram essas coisas já que ele estava sempre vendo elas.
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